Juvenil reúne imprensa e contrapõe informações erradas divulgadas pela atual administração

do Movimento Mais Salto

O ex-prefeito de Salto, Juvenil Cirelli, reuniu na manhã desta quarta-feira representantes da imprensa local e regional para contrapor uma série de informações erradas que vem sendo divulgada e que exigiram o seu posicionamento. “Sempre fui transparente. Ao assumir em 2013 disse que havia herdado um orçamento com 10% de déficit e sai deixando esse déficit em 4%. Não fiquei o tempo todo dizendo que os problemas que recebi eram do anterior e tratei de trabalhar, de ser criativo com minha equipe, de achar caminhos, com organização e planejamento e não fiquei improvisando e só reclamando”, disse.
Juvenil se disse tranquilo quanto ao seu governo e que espera dos órgãos fiscalizadores, como Tribunal de Contas, Câmara de Vereadores e Ministério Público, que avaliem e aprovem os anos de 2015 e 2016, já que 2013 e 2014 já foram aprovados. Lembrou ainda que todos os projetos herdados do governo anterior foram executados em sua administração, como do Trem Republicano, da Ponte Estaiada e de tantos outros. “As parcerias com empreendedores foram destaques em nosso governo e trouxeram mais de R$ 70 milhões em investimentos para a cidade. Parte desse recurso ainda vai ser executado em 2017 para frente e cabe ao governo atual manter a fiscalização para o benefício do povo”, destacou.
Juvenil esteve acompanhado na coletiva de seus ex-secretários Paulo Henrique Soranz, Wilson Roberto Caveden e Luiz Eduardo Colaço. Os principais tópicos abordados foram:
– Transição: Juvenil mostrou fotos dos muitos encontros realizados em 2016 com a equipe de Geraldo Garcia e inclusive documento assinado por ele que confirmava os encontros da transição que ocorreram;
– Saúde: “O elogio do atual secretário ao Programa de Saúde da Família que implantamos foi muito bom. O AME está renovado por 3 anos e nenhum serviço teve descontinuidade”, apontou. Quanto à clínica do Cecap, lembrou que há dinheiro em caixa para a compra dos equipamentos e não entende tanta demora para ser colocada em funcionamento;
– Educação: “Vão ter que fazer muito mais creche que nós para serem bons e terão que ter a rede aprovada em todas as provas nacionais”. Juvenil lembrou ainda que recebeu em 2013 a escola do Planalto inacabada, a creche do Jardim Nair Maria inacabada e sem empresa atuando e do Santa Efigênia cheia de problemas. “A creche do Laguna já tem dinheiro para sua continuidade; a do Icaraí está 95% pronta e tem dinheiro e a do Soberano também tem dinheiro para funcionar. Só não entendo a demora”, frisou.
– Cartão Escolar: Juvenil disse que ser prefeito em época de crise exige criatividade e coragem. Lamentou o fim do Cartão do Material Escolar que beneficiava milhares de crianças e o comércio local. Quanto ao Tribunal de Contas, disse que há assessoria da Prefeitura para defende-la nos apontamentos feitos. Juvenil lamentou que Geraldo Garcia não tenha pensado, em 2011, em apontamentos do Tribunal de Contas na hora de contratar uma assessoria jurídica sem licitação, por R$ 2,5 milhões, para brigar com o INSS e cuja ação gerou um prejuízo de mais de R$ 24 milhões.
Esporte – Juvenil disse deixar a cidade na 1ª Divisão dos Jogos Regionais e com a estrutura esportiva em boas condições, além do apoio aos esportistas locais. Ele disse que o vereador Alemão do Santa Cruz deveria ler direito o contrato de Salto com o Projeto Divino Salvador, que dava aulas de futebol para cerca de 500 crianças a um custo de pouco mais de R$ 6 mil. “Essa discussão em cima do Tigrinhos, que é um projeto social gratuito do time do São Bernardo é só para desviar o foco de que romperam com a Divino Salvador que prestava um excelente trabalho para Salto”, disse.
Empresas – Juvenil torce para que o atual governo conquiste muito mais empresas para Salto do que as que chegaram em sua gestão: 52. “Eu não vou inaugurar a Cobreq e nem o São Vicente, por exemplo, mas chegaram em nossa gestão e vão beneficiar Salto”.
Cultura – Juvenil disse que a nova licitação para publicação dos atos oficiais da Prefeitura, em vigor desde janeiro, permitirá a economia de mais de R$ 250 mil por ano e que esse dinheiro poderia ser usado na execução da Paixão de Cristo, por exemplo. “O custo do centímetro por coluna caiu de mais de R$ 5,60 para menos de R$ 2,00. É economia para os cofres locais. Eu entendo a necessidade de cortar despesas, mas não sei se cortaria a Paixão e torço para que não suspendam os editais de cultura, que tanto trabalho tivemos para implementar democraticamente na cidade”.
Servidores – Juvenil parabenizou o atual governo por conceder 6% de aumento aos servidores, desde que ele cumpra o acordo coletivo integralmente, como definido com o sindicato em 2016, mantendo a progressão trienal, melhorando a cesta básica, incorporando a bonificação de R$ 50 ao salário de todos.
Extinção da Secretaria do Meio Ambiente e da Defesa Social é um retrocesso imenso para Salto
Na coletiva dada à imprensa Juvenil Cirelli lamentou muito e classificou como um retrocesso a extinção da Secretaria do Meio Ambiente e da Secretaria da Defesa Social. “Recuamos no mínimo 20 anos na questão ambiental e os guardas civis municipais perderam muito de sua representatividade e a chance de serem ouvidos, respeitados e valorizados”, afirmou.
Juvenil disse não entender como o SAAE vai fiscalizar a questão ambiental se na verdade é um órgão que deveria ser fiscalizado. O ex-prefeito lembra que Salto chegou a ser a 17ª melhor cidade no ranking do Município Verde Azul do Estado. “Para serem melhores terão que ser a 16ª pelo menos”, disparou.
Ainda quanto ao SAAE, Juvenil disse que até dezembro passado a população não sofria com falta d´água e que a autarquia recebeu o maior montante de investimentos em seu governo, de mais de R$ 30 milhões, sem contar o total investido por empresas em parcerias com a Prefeitura.
Quanto à Defesa Social, cuja pasta foi extinta, ele questiona o que significará para o cofre municipal a economia do salário do secretário, já que a maioria dos outros cargos era ocupada por pessoas da própria GCM. “Falaram do Canil, basta ver que em todas as apresentações nas escolas municipais a equipe participava”, destacou.
Ex-prefeito questiona por que CEI criada da CSO está parada na Câmara
Questionado por jornalistas sobre a criação de uma Comissão Especial de Inquérito da Câmara para investigar o contrato firmado com a Corpus Saneamento e Obras (CSO) para a Parceria Público Privada da limpeza pública, Juvenil disse estranhar a criação e posterior “esquecimento” da CEI. “É um excelente momento de mostrarmos a dimensão do processo feito, da parceria, das obrigações que a empresa tem. Hoje pagamos menos que pagaríamos se mantivéssemos o contrato anterior herdado. E vejam quantas coisas estão sendo feitas: coleta seletiva, ecopontos, campanhas de conscientização, manutenção da cidade, manutenção do Aterro Sanitário e uma infinidade de outras coisas”, disse.
Dívida: qual o valor real?
Juvenil e Wilson Caveden explicaram à imprensa a realidade das dívidas herdadas pelo atual governo e que nunca serão de fato os R$ 30 milhões dito tantas vezes pelo atual governo. Lembraram que o déficit orçamentário em 2012 foi de 10% e o de 2016 de apenas 4%. “O vereador Antonio Cordeiro pediu cópia das notas das dívidas que tanto falaram e o valor não ultrapassa os R$ 13 milhões. Só será R$ 30 milhões de fato se eles acrescentarem os R$ 24 milhões da dívida construída por eles com o INSS. Na hora que o TCE apreciar as contas de 2016 verá que deixamos R$ 7 milhões. Então, o que tentam dizer é balela”, destacou.
Wilson mostrou à imprensa dados do Portal da Transparência da Prefeitura municipal que mostravam em 14 de março a receita da cidade em mais de R$ 76 milhões e a despesa em pouco mais de R$ 42,5 milhões. “Esse superávit de R$ 34 milhões é para que? ”, disse.

A Paixão de Cristo em Salto

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Encenação de 2014

Em nossa cidade temos algumas tradições que mobilizam milhares de pessoas.

Uma delas, sem dúvida nenhuma, é a encenação da Paixão de Cristo às vésperas da Semana Santa. Até o ano de 2016 foram 22 apresentações realizadas. Toda sua estrutura, montagem e execução acontecem com pessoas da cidade: atores, atrizes, bailarinos e bailarinas, artistas em geral, diretores, coreógrafos, maquiadores, figurinistas, dentre outros, juntam-se para proporcionar um espetáculo grandioso e esperado por toda a população da cidade e também da região. Já é um marco na cultura do estado.

À Prefeitura sempre coube o papel de organizar, coordenar e investir os recursos necessários para que o evento acontecesse, a partir da Secretaria da Cultura.

Semana passada uma nota da prefeitura jogou um balde de água fria em todos aqueles e aquelas que aguardavam ansiosamente por esse evento, seja para participar da execução do espetáculo, seja para “descer” até o Pavilhão das Artes a fim de assistir o magnífico espetáculo. A nota resumidamente dizia que neste ano não teremos a Paixão de Cristo por dificuldades financeiras. Na nota um número que não deixa de ser coerente para sua execução: $ 170.000,00.

Depois da nota várias manifestações se observaram em todos os cantos da cidade. Apesar da pouca divulgação da imprensa local (que parece ter “assumido” o atual governo…) muitas foram as pessoas que não se conformaram com essa atitude. O atual secretário da cultura em algumas manifestações se diz muito chateado com tudo isso, que não gostaria de ser o portador dessa triste notícia, mas enquanto gestor não poderia fugir a realidade da falta de recursos.

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Falta de recursos é um discurso que neste ano cola muito bem. Afinal nosso país vive uma crise como nunca tivemos. No acumulado dos dois últimos anos o PIB (Produto Interno Bruto) já caiu 7,6%, o que demonstra uma recessão profunda sentida na pele por todos nós.

A falta de recursos definitivamente mobiliza a gestão municipal para priorizar aquilo que é fundamental e importante para a cidade, procurando fazer com que isso caiba nos poucos recursos existentes. Isso é fato.

Agora, é fato também que não pode ser inibidora de ações, não pode ser muleta para ostracismos, nem justificativas para paralisia de realizações.

A secretaria da cultura tem um orçamento previsto para esse ano da ordem de $ 5,4 milhões. Desse valor 78% está reservado para folha de pagamentos ($ 4,2 milhões). Os demais 22% podem ser ajustados, remanejados, realocados para onde bem entender o gestor e, em alguns casos, assim aprovar a Câmara Municipal.

Estamos falando de algo em torno de $ 1,2 milhões.

Se quisermos ser mais específicos, podemos olhar o orçamento e verificar que $ 731 mil estão reservados para pagamentos de pessoas jurídicas; $ 50 mil para pagamentos de pessoas físicas; $ 28 mil para equipamentos e materiais permanentes e mais $ 81 mil para materiais de consumo. Temos ainda $ 152 mil reservados para o pagamento dos projetos culturais via editais de cultura (esperamos que aconteçam).

Poderão dizer os pessimistas: mas isso é orçamento! Não é dinheiro em caixa! Perfeitamente.

Então vamos ao “dinheiro em caixa”.

Entre janeiro e fevereiro os recursos recebidos pela prefeitura somaram $ 65,6 milhões ($ 31 em janeiro e $ 34 em fevereiro), já descontados os valores que vão para o FUNDEB. Nos mesmos meses a prefeitura gastou $ 38 milhões ($ 16 em janeiro e $ 22 em fevereiro).

Isso nos dá um superávit nos dois meses da ordem de $ 27,6 milhões.

E aqui não estamos considerando o que o governo anterior deixou em caixa ($ 7 milhões em recursos próprios e $ 21 milhões em recursos de emendas).

Isso quer dizer que da receita arrecadada em dois meses a prefeitura investiu somente 58% dela.

Quanto disso foi para a Cultura? $ 685 mil!!! 13% do orçamento da cultura!!!

Desses dados (que estão disponíveis no Portal da Transparência), muitas perguntas podem ser feitas, mas que aqui vamos limitar a questão da cultura.

No carnaval foi feito um estardalhaço para dizer que as poucas atrações que tivemos na cidade foram bancadas pela iniciativa privada. Aplausos!!!

Agora, no evento seguinte, a Paixão de Cristo, a nota diz que por falta de recursos ela não acontecerá.

Como assim falta de recursos se até agora a prefeitura investiu somente 685 mil reais na cultura e tem em caixa 27 milhões de reais?

Qual a prioridade que está sendo preservada e que nós míseros mortais não sabemos?

O que justifica nenhum investimento em ações da cultura e um superávit de 27 milhões de reais nas receitas (sem considerar o que já estava em caixa)?

O valor estimado pelo secretário de cultura para a realização da Paixão de Cristo (170 mil reais) representa 23% do que está reservado para pagamento de pessoas jurídicas na cultura. Representa 3% do orçamento total da cultura. Representa 0,7% do que a prefeitura ainda tem em caixa dos meses de janeiro e fevereiro.

A conclusão não pode ser outra: a prefeitura não quer fazer a Paixão de Cristo, assim como não quis manter o transporte universitário, o cartão material escolar e o cartão do servidor.

Não é uma questão de falta de recursos, mas uma questão de escolhas. Uma escolha que priva toda a população da cidade de momentos de encantamento na apresentação da Paixão de Cristo. Uma escolha que priva inúmeros artistas e fazedores de cultura de mostrarem seus trabalhos. Uma escolha que empobrece nossa cidade em suas tradições e cultura.

Fácil jogar na crise a culpa pelas escolhas. Difícil é fazer da crise momentos de superação e de realizações.

Dinheiro tem. Não menosprezem a inteligência de nosso povo.

Decepção nossa de cada dia

Sempre acreditei que a política é o melhor caminho para melhorarmos a vida das pessoas. Não existe (pelo menos até agora) nada parecido que dê conta de entender todos os problemas vividos pela comunidade e a partir dai propor soluções comunitárias usando como instrumento as políticas públicas.

Continuo acreditando.

Mas, como em tudo o que o homem cria, sempre existem no mínimo dois lados, as decepções acontecem sempre.

Acabo de abrir a página de nossa prefeitura para acompanhar as notícias do novo governo e é assustador o baixo nível daqueles que lá estão, tentando desmoralizar o governo que de lá saiu.

Dentre as reportagens publicadas, uma revirou o fígado: “Prefeito e Secretário descobrem prédio do CEMUS sem equipamento”.

Ao abrir a notícia dei-me conta de que se trata da creche do Jd. Soberano, entregue no final de dezembro a população. Naquela oportunidade o prefeito Juvenil explicava que a construção é resultado de um convênio com o governo do Estado e prevê, além da construção, todos os móveis e equipamentos. O convênio diz claramente que atingidos os 80% da obra seria aberto um novo crédito para a compra dos equipamentos. Juvenil ainda explicava que a obra já ultrapassara os 80% e que o pedido do novo crédito já havia sido feito, estando o município aguardando um retorno do governo do Estado. Falava ainda que a caixa d’água teria nova manutenção pela construtora, já que havia recebido água pela primeira vez naquela semana e pequenos vazamentos sempre são descobertos nessa operação.

Isso tudo dito à população ali presente.

A notícia vai mais longe nas calúnias: afirma que na transição isso não foi repassado ao novo secretário e sua chefe de gabinete. MENTIRA!!!

Estava presente nessa reunião de transição e todos os detalhes foram passados aos dois: senhor secretário e senhora chefe de gabinete, da mesma forma que fora passado à população pelo prefeito Juvenil. Além dos detalhes dessa obra, com todas as informações descritas acima, falamos ainda de outra obra em andamento (Jd. Icaraí), que obedecerá os mesmos procedimentos, mas que não havia atingido ainda os 80% de construção e que, portanto, a nova administração deveria ficar atenta para a continuidade do processo.

O que mais assusta é ver pessoas que conheço há anos prestar-se a esse papel. O novo secretário, uma pessoa bastante conhecida e tida como “bom moço”, amigo de todos. A chefe de gabinete que por anos trabalhou comigo na direção do CEMUS I e que tenho como uma profissional exemplar e uma educadora de mão cheia. Inacreditável que essas pessoas se sujeitem a isso….

Certamente nos próximos dias veremos notícias dando conta de que o sr. prefeito fez grandes articulações com o governo do estado e conseguiu recursos para mobiliar e equipar a nova creche…..podem esperar!!!

Infelizmente a política nos dá essas decepções….O que mais me entristece é verificar que pessoas que até ontem eram próximas, hoje mentem descaradamente!

Se você quiser ter o desprazer de ler a notícia, clique aqui.

Na transição, dinheiro em caixa

No último domingo, dia 01 de janeiro, aconteceu em Salto a transição de governo.

Apesar de todas as nuances jurídicas que envolvem a manutenção ou não do atual governo, o certo é que no dia 01 de janeiro a justiça garantiu o mandato do atual prefeito.

Duas foram as principais notícias daquele dia: a eleição da mesa diretora da Câmara de Vereadores que surpreendeu na última hora, já que existia uma certeza de que o vereador jornalista seria o presidente. Mas como tudo em política nada está resolvido antes da hora, o vencedor foi o vereador Luizão.

A segunda notícia, também ofuscada por uma série de fofocas, inclusive publicadas, foi a entrega da Prefeitura com recursos significativos em caixa. Mais de 28 milhões de reais foram deixados nos cofres públicos pela administração Juvenil e Jussara, para seus sucessores.

Evidente que essa notícia foi explorada das mais variadas formas e preconceitos. Uma delas a confusão de muitos dizendo que “se tinha tanto porque não fez isso ou aquilo…”. É sempre bom lembrar que os recursos públicos tem definições e entradas específicas. E, portanto, não podem ser usados como se gostaria. Regras existem e precisam ser obedecidas.

Para se ter uma ideia do que falamos, dos pouco mais de $ 28 milhões, quase $ 22 milhões são recursos cuja utilização são específicas: são as chamadas “verbas carimbadas”. Convênios, contratos específicos com governos federal e estadual, verbas da saúde, da assistência social, da educação, etc….compõe esse valor que dará ao futuro governo uma capacidade bastante interessante de investimentos nessas áreas. A diferença, quase $ 7 milhões, são recursos correntes, ou o que se chama “dinheiro em caixa”. Esses recursos são os que fazem frente a todos os tipos de despesas da prefeitura que não sejam “carimbadas”: pagamento de fornecedores, de manutenções, consumos, contratos de prestação de serviços, etc….

Fazendo uma avaliação temporal, $ 7 milhões representam 1/3 de receitas de um mês comum na prefeitura, considerando os valores recebidos em 2016. Ou seja, o governo Juvenil deixou para seu sucessor a garantia antecipada de receitas correntes correspondentes a dez dias de um mês comum.

Isso somado aos diversos projetos já definidos, temos uma garantia bastante robusta para o início do atual governo poder administrar a cidade com tranquilidade.

No mês de dezembro as receitas superaram todas as previsões e de forma bastante positiva puderam garantir que as finanças da prefeitura chegassem ao final do ano mais equilibradas do que se esperava. Destaque para os valores da repatriação que foram depositados nos cofres da prefeitura na noite do dia 30 de dezembro. Só desse depósito a prefeitura pode contar com $ 2,4 milhões.

Lembrando que “repatriação” são os recursos oriundos das negociações com pessoas e empresas brasileiras que tinham recursos em outros países. O governo brasileiro em 2016 conseguiu arrecadar $ 50 bilhões entre principal, juros e multas. Em novembro foram repassados $ 5 bilhões para os municípios referentes a parte do principal arrecadado. Numa discussão que durou quase dois meses, os municípios conseguiram mais um repasse de $ 5 bilhões no final do exercício correspondentes aos juros e multas cobrados dos valores repatriados. Tanto em novembro quanto em dezembro, Salto recebeu dessa distribuição o valor de $ 2,4 milhões.

Diante da crise aguda vivida em 2016, as mais variadas ações colocadas em prática pela administração Juvenil-Jussara, contribuíram para que seus efeitos fossem os menores possíveis na cidade. Evidente que efeitos tivemos, mas nenhum que atingisse as ações essenciais da administração municipal.

Feliz 2017 para todas e todos!!!

 

 

Notícias do final de ano

Do dia 27 de dezembro:

Prefeito Juvenil assina convênios para reforma da Ponte Pênsil e sequência da obra do Trem Republicano

Recurso da ordem de R$1,7 milhões também beneficiarão a revitalização do caminho das esculturas

trem_republicanoO prefeito de Salto, Juvenil Cirelli, assinou na manhã de 27 de dezembro, no Palácio dos Bandeirantes, importantes convênios voltados ao Turismo do município. As parcerias com o governo do Estado, contemplarão a reforma da Ponte Pênsil, revitalização do caminho das esculturas e o girador do Trem Republicano.

O convênio voltado à Ponte Pênsil totaliza R$ 447.673,88, enquanto o do girador do Trem, R$ 1.320.685,23. Para Juvenil, deixar esses recursos para o município é uma questão de honra.

“Contratamos um laudo de engenharia para a ponte pênsil, que nos mostrou o comprometimento dos cabos de aço; tivemos que interditá-la, buscar documentos históricos que comprovassem a propriedade de Salto sobre o patrimônio, fazer e aprovar o projeto”, afirmou Juvenil. “Tudo isso até que pudéssemos, hoje, finalmente assinar a liberação dos recursos, o que para mim é uma questão de honra”, desabafou.

Ponte Pênsil

No início de 2015, a Prefeitura de Salto contratou uma empresa de engenharia para verificar as reais condições da Ponte Pênsil, que é um dos principais pontos turísticos da cidade. Em laudo, foi apontado o comprometimento dos cabos de aço, que acabou resultando na interdição do ponto turístico centenário.

Trem Republicano

As obras para a revitalização da estação do Trem Republicano, um dos futuros atrativos turístico que contemplará as estâncias turística de Salto e Itu, teve início em setembro de 2015. Os recursos são dos governos estadual e federal.

Em Salto, a estação construída por volta de 1898, recebeu diversas intervenções, todas realizadas com o intuito de preservar a arquitetura desse patrimônio histórico, garantindo acessibilidade, conforto e segurança aos usuários. O espaço, que agora mescla o antigo com o moderno, contará com “Estação das Artes”, restaurante, recepção, sanitários e bilheteria.

Com a liberação do recurso para a aquisição do girador do Trem, em breve a linha férrea, próxima a estação, poderá ser finalizada. Informações extraoficiais dão conta de que um novo depósito será realizado pelo Governo do Estado ainda em 2016 para que a obra possa ser retomada.

 

Do dia 23 de dezembro:

Ypê inicia construção do seu maior Centro de Distribuição em Salto