O jingle e a história

Nesta semana coloquei nas ruas o jingle de minha campanha, que você pode ouvir na página inicial deste site.

Além de mais uma música, ele resgata todo um processo histórico iniciado em 1988 – ou até antes disso, já que 1988 foi a eleição propriamente dita, onde fui candidato a prefeito.

Seu refrão faz menção à música daquela campanha que dizia: “PT, PT, PT, PT Teteia, número treze é uma boa ideia”. Cantado por muitos naquela época, não conseguiu entretanto me eleger – como todos sabíamos então. Música do Tatangelo e letra do Servilha, serviu para motivar uma campanha que, apesar de derrotada, foi muito gostosa de ser feita.

Agora o refrão diz: “PT, PT, PT, PT Teteia, Wilson Caveden é uma boa ideia”. E conclui-se com “PT, PT, PTreze trezentos e treze Para vereador vote no Teteia”.

Dois tempos, dois momentos, mas que tem muito um com o outro. Pode parecer muita pretensão de minha parte, mas o grupo que teve seu início dentro do PT na década de 80 do século passado, sempre teve isso em mente: processo. Uns mais que outros, mas todos sabiam que precisaríamos construir nosso caminho para chegar à prefeitura. Caminho que esteve muito sólido a partir de 2004, quando na grande aliança construída, vencemos as eleições e fomos reeleitos em 2008. Todavia, ainda não era o que esperavamos: a implantação de todos os objetivos populares que sempre defendemos. Parece que agora estamos muito perto disso.

E como todo processo, não se extinguirá nas próximas eleições, vençamos ou percamos. Em caso de vitória de JUVENIL e JUSSARA – 13 -, o caminho estará aberto para a efetiva construção de uma administração participativa, democrática e popular. Termos não mais demonizados em nosso meio, já que se apresentam como fortes alternativas ao que está acontecendo no país todo. Portanto, vencendo as eleições, daremos início a um novo modo de governar que certamente exigirá novas posturas, novos engajamentos e aprofundamento de processos. Em caso de derrota (o que parece pouco provável), continuar o processo de oposição a partir de objetivos e metas muito claras, construídas a partir da vontade de um grande, mas um grande número de pessoas da cidade.

Como candidato a vereador, com o jingle que me faz reviver todo esse processo, também tenho essas duas possibilidades: ser ou não ser eleito. Em sendo eleito, numa administração de JUVENIL e JUSSARA – 13 – meu papel será o de garantir na Câmara Municipal a mesma participação popular que será vivida na prefeitura, assim como a unidade dos vereadores da situação e a garantia da aprovação dos projetos vindos do executivo e das reuniões populares. Não sendo eleito nessa situação, estarei a disposição de JUVENIL e JUSSARA – 13 – para novos desafios.

Sendo eleito em uma administração diferente de JUVENIL e JUSSARA – 13 -, meu papel será claramente de um vereador de oposição. Sim, porque as alternativas colocadas diferentes de JUVENIL e JUSSARA – 13 – nada tem a ver com nosso projeto político e a Câmara Municipal passará a ser o espaço privilegiado para a continuidade da construção de nossos objetivos. Não sendo eleito em uma administração diferente de JUVENIL e JUSSARA – 13 – serei um dos que estará contribuindo com nossos vereadores nos embates na Câmara Municipal, buscando ainda os objetivos definidos até aqui.

E o jingle que está nas ruas e em meus pensamentos, provoca esse start que em palavras pode ser pouco, mas em vida e em representação para um grupo de pessoas é imensamente grande e motivador da continuidade, sempre.

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