MP e Rede Globo produzindo culpados

Do Luis Nassif

 

Autor:

Luis Nassif

 

Coluna Econômica

 

O produto notícia sempre explorou a escandalização como um de seus maiores fatores de venda. Não se trata propriamente de serviço público, mas de uma operação comercial, que visa vender mais, atrair mais leitores/espectadores e, em alguns casos, pressionar anunciantes ou tomar partido em disputas empresariais ou políticas.

O escândalo é um produto jornalístico é, como tal, tratado como marketing, da mesma forma que qualquer produto de consumo. E os ingredientes centrais desse marketing são a ampliação de verdadeira dimensão, “esquentar” a notícia, como se diz no jargão jornalístico.

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Em geral, tende-se a analisar a imprensa apenas como contraponto ao Estado, como representante da opinião pública.

Ora, no universo da opinião pública há um sem-número de personagens: o Estado, os grandes interesses econômicos, os partidos políticos, os demais poderes da República e, principalmente, o cidadão, o indivíduo, frágil, vulnerável em relação aos poderes maiores.

É para este cidadão que deveria se voltar a olhar da Justiça. No entanto, sua única forma de defesa, hoje em dia, são as redes sociais, jamais o Judiciário.

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Na semana retrasada o programa “Fantástico” anunciou uma matéria bombástica contra a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Falava-se em desvio de dinheiro, lançavam-se suspeitas de enriquecimento ilícito e por aí afora.

Das redes sociais veio o alerta de que estariam cometendo um “assassinato de reputação”. A matéria foi suspensa e transferida para domingo passado, agora com um cuidado jornalístico maior.

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E aí se entra em um dos muitos recursos de manipulação de escândalos utilizados atemporalmente pela mídia: a confusão intencional entre problemas administrativos e desvio de recursos. Ou o superdimensionamento de pequenas infrações, tratadas como se fossem grandes crimes contra a ordem pública.

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De acordo com o site do Fantástico, há 4 anos a UFRJ começou a ser investigada pelo Ministério Público Federal (MPF) – que provavelmente encaminhou ao programa o inquérito sigiloso – e pela AGU (Advocacia Geral da União).

Tirando toda a retórica, o caso fica resumido a isto:

1. A UFRJ firmou convênio com o Banco do Brasil que, em troca da administração das contas, pagaria uma quantia anual à instituição. De 2005 a 2009. Segundo o MPF, deveria ter havido licitação. Mas era um banco público e uma instituição pública.

2. O dinheiro foi repassado para uma fundação, e não para o orçamento da Universidade e não foi incluído no SIAFI (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal). Aí se tem uma irregularidade administrativa, sim. Mas, na própria matéria, especialistas atestam que quase todas as universidades procedem assim, para não cair no emaranhado burocrático da administração pública. De dois anos para cá mudou a legislação. A matéria reconhece que o contrato com o BB é anterior. Sem escândalo.

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O contrato com o BB envolveu a quantia de R$ 43.520.000 em cinco anos.

Os “escândalos”

Identificaram-se, concretamente, as seguintes irregularidades: 1. Um professor utilizou notas frias para justificar despesas (R$ 10.083,00). 2. Outro professor recebeu através de uma empresa dele a quantia de R$ 27 mil. 3. Contratação de uma empresa para fornecer agendas para a UFRJ (R$ 27 mil). 4. A concessão de dois restaurantes. 5. o pagamento de R$ 264 mil a uma empresa que fornecia coquetéis e lanches.

“Esquentando” o escândalo

A nota da UFRJ mostra que a empresa que emitiu a nota não havia desaparecido, mas apenas mudando de endereço. O reitor recebeu o Fantástico e apresentou um balanço do que foi feito com o dinheiro do BB: seminários, congressos e recepções, na manutenção e reformas de prédios, na construção de restaurantes. Em vez de focar nas obras que foram realizadas com os recursos, deu-se destaque para as que não foram.

O vazamento do MPF

O “Fantástico” recebeu o inquérito antes dos indiciados. Com isso, ficou com o poder de julgar e condenar sete pessoas perante dezenas de milhões de telespectadores. As ressalvas às denúncias só foram entendidas por um diminuto número de espectadores, que sabem diferenciar problemas administrativos de malversação graúda de dinheiro. Mesmo com os cuidados da reportagem, perante a opinião pública estão todos condenados.

O papel do CNJ – 1

E aí se entra nessa escandalosa iniciativa do Ministro Ayres Britto, de criar uma comissão permanente, no âmbito do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), para garantir a grande mídia contra as ações propostas pelas vítimas. A comissão será composta por integrantes do poder judiciário e por representantes de órgãos de mídia. Não se cogitou sequer de defensores das vítimas de pequenos e grandes crimes.

O papel do CNJ – 2

Quando Ministro do STF, Ayres Britto, a pretexto de acabar com a Lei de Imprensa, deixou um vácuo jurídico que prejudicou fundamentalmente o direito de resposta. Agiu exclusivamente com o propósito de agradar a mídia, principalmente depois que espocaram denúncias sobre o uso do seu nome por seu próprio genro, em ações que passavam pelo STF e pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Coincidentemente, as denúncias sumiram do noticiário

O cidadão desprotegido

Tem-se, agora, o ensaio de uma briga de gigantes. De um lado, Congresso Nacional, partidos políticos; de outro, o Executivo; na terceira ponta, MPF, STF e mídia. E onde fica o cidadão comum? Em nenhum momento, Ayres Britto – ou o próprio STF – pensou no cidadão comum. Este continua à mercê de um Judiciário que entende a mídia com olhos do governante norte-americano do século 18. Muitos assassinatos ainda serão cometidos.

As “explicações” do ex presidente do STF

Do Conversa Afiada, aqui e aqui

 

Saiu na seção Ilustríssima da Folha entrevista de Valdo Cruz e Felipe Seligman com o ex- (ufa !) presidente do Supremo, Ayres Britto, aquele que teve o dominío do Tempo e do relógio:

A vida começa aos 70

 

Advogados reclamam da introdução de novos conceitos como a teoria do domínio do fato [segundo a qual autor de um crime não é só quem o executa, mas também quem detém o poder de decidir e planejar a sua realização].

 

Assim como o dançarino, que se disponibiliza de corpo e alma para a dança -chega o momento em que se funde com ela, e você já não sabe quem é o dançarino e quem é a dança, é uma coisa só-, o intérprete do dispositivo jurídico pode, também, numa relação de profunda identidade e empatia, se fundir com esse dispositivo. Aí você compõe uma unidade. Você é um com o dispositivo, e o dispositivo é um com você.

 

E isso não é invencionice, decola de um juízo de Einstein, que em 1905, físico quântico que era, cunhou uma expressão célebre: “efeito do observador”. Ele percebeu que o observador desencadeava reações no objeto observado.

 

Ele disse que o sujeito cognoscente, em alguma medida, faz o objeto cognoscível, a depender do grau da intensidade interacional entre eles. Claro que quando você joga teoria quântica para a teoria jurídica, se expõe a uma crítica mordaz. O sujeito diz: “Mas isso não é ciência jurídica”.

 

 

Sobre o post “Ayres Britto explica o ‘dominio do fato’ e os typiques” o Conversa Afiada recebeu o seguinte e-mail de amigo navegante especialista em detectar fraudes:

 

Esse pequeno texto do Ayres oferece duas razões que fariam a Europa e os Estados Unidos, além do resto mundo, exporem sua futilidade cultural:

 

– Quem formulou a teoria dos quanta foi Max Plank; dizer que Einstein foi um físico quântico é como chamar Chico Buarque de um compositor caetanal;

 

– Foi Werner Heisenberg, não Einstein, quem identificou a interferência do observador no fenômeno observado, a nível sub-atômico, não no botequim da esquina no qual o bêbado está bêbado mesmo, sem qualquer interferência de quem o vê. Formulou, então, o princípio do indeterminismo ao qual Einstein nunca aderiu convictamente. Daí que:

 

– ciência quântica do direito é vudu, tipo fazer amante voltar em 15 dias.

 

 

Joaquim Barbosa, o “todo poderoso”.

Do Luis Nassif

 

Por Marco Antonio L.

 

Barbosa tenta em vão golpe contra o Congresso

 

Do Brasil 247

 

Num dia que prometia ser brando no STF, com a despedida de Carlos Ayres Britto, o futuro presidente da corte, Joaquim Barbosa, tentou novamente inverter a ordem da sessão para cassar o mandato de João Paulo Cunha e impedir a posse de José Genoino, o que contraria a Constituição e representaria um golpe nas prerrogativas do Congresso, visitado ontem por ele; Barbosa foi barrado pelo relator Ricardo Lewandowski e se deu novo bate-boca; “quem faz a ordem é o relator”, disse Barbosa; “sua ordem é a desordem”, respondeu o revisor

 

247 – Joaquim Barbosa pode ser um personagem popular, apontado como potencial presidenciável em 2014, mas ainda precisa aprender que o Supremo Tribunal Federal não está acima da Constituição Brasileira.

 

Nesta quarta-feira, a uma semana de tomar posse na presidência do STF e de comandar o Poder Judiciário no Brasil, Barbosa tentou mais uma vez inverter a ordem da sessão – como fizera na segunda-feira – para usurpar os poderes do Congresso Nacional. E isso apenas um dia depois de visitar os presidentes da Câmara dos Deputados, Marco Maia, e do Senado Federal, José Sarney, para entregar a ambos, com uma satisfação que transbordava das imagens, o convite para sua posse no próximo dia 22.

 

O embate se deu quando Barbosa quis colocar em votação a perda do mandato de João Paulo Cunha, ex-presidente da Câmara, e de José Genoino, que tomará posse como deputado, na vaga aberta pela saída de Carlinhos Almeida, eleito prefeito de São José dos Campos.

 

A Constituição Brasileira, neste caso, é claríssima. Perde o mandato o parlamentar condenado em sentença transitada em julgado. E a Ação Penal 470 não terá transitado em julgado enquanto não tiverem sido apresentados todos os embargos e seu acórdão não tiver sido publicado. Ao tentar colocar o carro na frente dos bois, e inverter a ordem da sessão, Joaquim Barbosa foi barrado pelo revisor Ricardo Lewandowski. “Quem faz a ordem é o relator”, bradou o ministro. “Sua ordem é a desordem”, respondeu o revisor.

 

Esta, o todo-poderoso Barbosa perdeu. Até porque a decisão não compete ao Poder Judiciário, mas ao Congresso Nacional, em voto secreto.

 

Abaixo, o artigo 55 da Constituição:

 

Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador:

 

I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;

 

II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;

 

III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada;

 

IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos;

 

V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos nesta Constituição;

 

VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.

 

§ 1º – É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas.

 

§ 2º – Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa.

 

 

Em SP novo incêndio em favela

Do Luiz Nassif

 

Por Sanzio

 

Mais um incêndio em favela de São Paulo

 

Mais um incêndio em favela em São Paulo, na noite desta quarta-feira, 14/11/2012. Desta vez próximo ao viaduto Aricanduva, na Penha, zona leste da cidade. Mais de 100 barracos foram totalmente queimados. Chama a atenção o fato de o tempo na cidade estar frio (15ºC) e úmido, com chuvas o dia todo.Este já é o 65º incêndio em São Paulo neste ano, recorde histórico. As fotos podem ser vistas no álbum UOl. Clique aqui.

 

 

Vampiros existem… e podem estar ao seu lado!!!

Para descontrairmos no feriadão…..rs….

 

Do Luis Nassif

 

Por Assis Ribeiro

 

Combata o vampirismo

 

Por Angelo Medina, do Vya Estelar

 

Você acredita em vampiros, Conde Drácula, Nosferatu e coisas do gênero? Isso tudo pode paracer uma tremenda baboseira, mas após ler esta entrevista você vai criar um novo conceito sobre vampiros e vampirismo. Esqueça o Conde Drácula mordendo o pescoço daquela gostosa de filme “B”.

O seu chefe, a sua namorada, ou seu melhor amigo ou até mesmo algum conhecido pode ser um vampiro. Mas não fique zangado! A maioria dos vampiros não sabem que, realmente!!!, são vampiros.

Nesta entrevista ao Vya Estelar, Roberto Goldkorn, pesquisador de fenômenos psíquicos a mais de 20 anos, revela o que é vampirismo, além de verdades e mentiras sobre o assunto. Segundo ele, o vampirismo está em todos os lugares:no amor, no sexo, nas emoções, no corpo físico, nas relações interpessoais, no trabalho, na dependência de drogas… Saiba se você está sendo vampirizado e como combater o vampirismo.

Vya Estelar – O que é vampirismo?

Roberto – É a criação de uma relação simbiótica

entre dois ou mais seres onde um se nutre da energia (em forma de sangue, seiva, energia emocional, sexual e etc) do outro, porém proporcionando a esse outro, algum tipo de compensação.

Vya Estelar – Vampiros existem?

Roberto – Se você quer se referir a vampiros de sangue, a resposta, por mais incrível que seja é sim.

O vampirismo pela ótica científica

Do ponto de vista digamos, “científico” há uma possibilidade de explicar o vampirismo, pela teoria da porfiria, que é uma doença rara do fígado, que provoca a retração das gengivas (daí os dentes expostos), a carência de glóbulos vermelhos do sangue (daí a necessidade orgânica de repor esse sangue), e fotofobia (a luz do sol incomoda tremendamente).

Imagine você, na Antigüidade, ou mesmo na Idade Média, um indivíduo, com esses sintomas, absolutamente ignorante sobre as causas do seu mal, e sem os meios mínimos de fazer por exemplo, transfusões regulares de sangue, ou tratamento medicamentoso. Aos poucos ele vai descobrindo, que se comer um bife sangrando, começa a se sentir melhor. Daí para beber o sangue in natura, e depois o sangue humano, é uma passo.

Do ponto de vista místico

Do ponto de vista místico, podemos considerar a hipótese, dos vampiros (verdadeiros, com todos aqueles poderes, inclusive uma longevidade sobre humana) são uma espécie de buracos negros, ou anti-anjos. Em princípio seria seres de muita luz, que por uma razão obscura, regrediram de forma radical e abrupta, voltando nos próprios passos, na longa estrada da evolução espiritual.

Estrelas de primeira grandeza

Da mesma forma que as estrelas de 1º grandeza, depois de “gastarem” com “irresponsabilidade” e furor a sua aparentemente inesgotável energia, se implodem num gigantesco buraco negro, que vai sugar faminto toda forma de energia que passa nos seus arredores, os vampiros anti-anjos, só se mantêm sugando a energia vital dos seres que caem em suas redes- e é o sangue a forma mais pura, total, e vigorosa de energia vital.

Vya Estelar – O que são vampiros emocionais ?

Roberto – São seres humanos normais, porém que também sofrem de uma doença, de fundo psicológico. Eles têm uma espécie de “anemia” emocional grave, e não aprenderam a suprir essa carência com a alimentação, ou através de práticas respiratória e outras. Há uma hipótese de que grandes contingentes de vampiros emocionais, venham da ruptura brusca da “vinculação” entre mãe e filho, que só acontece por três a cinco minutos após o nascimento. Mas essa tese é complexa, e precisaria de muito mais espaço para ser desenvolvida, para não passar uma idéia de “chute” ou de teoria mirabolante.

Vya Estelar – Quais são os tipos de vampiros que existem?

Roberto – Várias. Mas podemos destacar duas grandes categorias. De sangue e emocionais. Entre os vampiros de sangue, também existem duas categorias: os físicos e os supra-físicos, ou seja formados apenas de energia, os freqüentadores das diversas manifestações espíritas, e são conhecidos sob a denominação geral de entidades.

Um corpo perfeito após a morte

Dentro dessa categoria de “espíritos” ou entidades, há um outro tipo de vampiro, esse bem mais raro, que tem a habilidade de manter o seu corpo físico, incorruptível, mesmo muitos anos após a sua morte. A teoria afirma que essas entidades conseguem de alguma forma, canalizar energia vital de pessoas vivas e através de algum processo misterioso, impregnam, o seu cadáver com essa energia, impedindo assim que aconteça, a degradação da matéria como é natural.

Há relatos por todo o mundo, de corpos (muitos considerados santos pela igreja católica), que mesmo depois de 100 anos de falecimento ainda demonstravam tonos muscular, coloração rósea nas faces, ausência de odor pútrido e da rigidez cadavérica. Ainda há relatos de corpos que exalavam perfume de rosas ou outros aromas agradáveis. Se pudéssemos fazer uma pesquisa junto a antigos coveiros de cemitérios, encontraríamos pelo menos 5% de casos desse tipo.

Vampiros emocionais

Por fim, há o que se chama de vampiros emocionais. Esses também estão em duas grandes categorias: os conscientes e os incosncientes. Acredito que mais de 90% da população dos vampiros emocionais é formada por seres inconscientes, ou seja, que não têm consciência de que são e estão vampirizando pessoas à sua volta. Há também vampiros emocionais no plano espiritual, e vampiros energéticos, que se nutrem também da energia emanada, de alimentos, bebida, cigarro, e principalmente da sensação que os vivos obtêm ao fumar, beber, tomar droga, comer, fazer sexo e etc.

Vampiros sexuais

Nessa categoria, estão os vampiros especializados em energia sexual, que os antigos denominavam de íncubos e súcubos. Mas ainda há outros tipos mais raros, e talvez haja espécie ainda desconhecidas, pelo menos para mim.

Vya Estelar – Qual é o tipo de vampiro mais perigoso ?

Roberto – Sem dúvida o vampiro mais perigoso, é o vampiro emocional inconsciente, simplesmente por ser o mais comum. Atualmente, devido há vários fatores a ocorrência de vampiros emocionais inconscientes tornou-se epidêmica.

Vya Estelar – Simbolicamente o que representa o ” Conde Drácula”?

Roberto – Simboliza o paradoxo da vida, que só se mantêm e perpetua através da morte e assimilação de outros organismos vivos.

Vya Estelar – Como detectar e como lidar com o vampirismo ?

Roberto – Essa é a resposta mais difícil de todas. Uma resposta simples seria: detectou o vampiro – afaste-se dele.

Combata o vampirismo

Afasta-se do vampiro.Mas nem sempre isso é possível.

Evite contato físico com ele (em geral o vampiro adora falar tocando, pegando, quase grudando em você).

Não dê trela ao vampiro, ou seja não faça o jogo dele, de se envolver em discussões sem fim, e sem propósito.

Não permita que ele (ou ela) se mantenha por muito tempo sozinho com você numa sala, ou em qualquer ambiente, tenha sempre mais gente por perto.

Leve consigo uma turmalina preta, ela ajuda a bloquear a chupação de energia.

Depois de um contato mais prolongado com o vampiro, não dispense o famoso banho de sal grosso. Se tiver banheira um banho de imersão com 1 colher de bicarbonato de sódio, também é ótimo.

Se você é um daqueles privilegiados, tome um banho de cachoeira – não há drácula que resista.

Rezar e cuidar do lado espiritual é bom também

Principais sintomas do vampirismo

Vya Estelar – Como detectar e como lidar com o vampirismo no relacionamento amoroso?

Roberto – Não há como lidar com isso, aqui é uma questão de inteligência, e mais ainda de sobrevivência. Alguma pessoas têm um detetor natural, e quando seus níveis de energia começam a baixar muito, desenvolvem alergias, ou sintomas físicos óbvios, como dor de cabeça, tosse, prisão de ventre etc, sempre que vão encontrar o vampiro amado.

Observe os sinais como: abrir a boca compulsivamente na presença do vampiro querido, desânimo, prostração, irritabilidade, alterações bruscas de humor, conflitos inéditos em família, compulsão ou apatia sexual, tendência inédita para beber, fumar ou usar drogas (cuidado porque esses sintomas também se aplicam a presença de vampiros “astrais”).

Vya Estelar – Como detectar e como lidar com o vampirismo nas relações interpessoais?

Roberto – É mais ou menos o que já foi dito. O vampiro “amigo” ou “amiga” , em geral é carente, ciumento ao extremo, tenta nos afastar de outras possíveis amizades, quer nos manipular e monopolizar. Às vezes se torna necessária, criando em nós a necessidade, ou seja, exatamente como certas instituições “criam dificuldades para vender facilidades”. Mas há outros sintomas, por exemplo, a ocorrência de acidente com uma freqüência acima da média, sonho com sangue, água suja, cobras e serpentes venenosas, correntes nos prendendo, areia movediça, seres enegrecidos e peludos que nos atacam (inclusive sexualmente), são bons indicadores.

Vya Estelar – Existe vampirismo entre pais e filhos, como detectar e como lidar com esta situação?

Roberto – Infelizmente existe, pois há uma forma de vampirismo, absolutamente natural e até certo ponto tolerável que se vê na relação entre pessoas muito jovens e pessoas mais idosas. Por isso não é recomendável, em hipótese nenhuma, a vovó dormir na mesma cama (e até no mesmo quarto) que o netinho. Esse é um assunto delicado, que prefiro não desenvolver de forma pública.

Vya Estelar – O sexo pode ser vampirizado?

Roberto – A energia sexual que chega a seu ápice com o orgasmo, é ao lado do sangue uma forma poderosa de energia vital. Os vampiros de sexo físicos costuma sofrer de compulsão sexual. Eles têm um buraco negro (sem segundas intenções) imenso, uma “fome” ancestral de energia, que pode estar ligada a algum distúrbio orgânico, ou até espiritual. Dizem os espíritas e alguns videntes, que os motéis e bordéis, estão infestados dessas formas astrais, que por sua vez estimulam ainda mais os vampiros físicos, que assim, por mais que façam sexo, estão sempre insatisfeitos.

Kundalini desequilibrada

Do ponto de vista da magia sexual oriental (de vertente hinduista) esses compulsivos todos têm um profundo desequilíbrio da energia Kundalini, que adota a forma de uma cobra enrolada e se localiza na base da coluna, entre o cóccix, e a bexiga. Essa energia pode transformar o indivíduo num ser de luz ou num tarado insaciável e amargurado.

Vya Estelar – Existe alguma forma de se proteger do vampirismo com amuletos, alguma forma de magia ou similar?

Roberto – Existe sim, mas a eficácia desses procedimentos vai depender da intensidade de ataque, e do tipo de ataque. Além disso vai depender também do estado geral da vítima no momento do ataque. Portanto, qualquer fórmula que eu desse aqui, além das básicas já fornecidas, seria de pouca ajuda. Mas há uma fórmula, que uma antigo mestre me passou, o Prof. Molinero, essa se bem compreendida e bem praticada pode ser de grande valia:

“Os demônios se alimentam do medo, os deuses, da oração.”