Escola Digital e Cidadania de Salto

Ontem a noite tive o prazer de acompanhar a formatura de mais uma turma da Escola Digital e Cidadania de Salto.

A escola é um projeto conjunto da Arjo Wiggins com o Projeto Pérola, da cidade de Sorocaba. Representado por Paulo Oliveira, o Projeto Pérola formou a oitava turma no curso de informática voltado para aqueles que não tem acesso as escolas comerciais da cidade. Um grande número de jovens e adultos lá estavam se formando, com muita alegria por terem conquistado seu certificado e se capacitarem ao mercado de trabalho.

Tatiane, a monitora do curso, bastante querida pela turma, também enalteceu a parceria criada que possibilita esse trabalho para um número cada vez maior de jovens. Pelos números ontem apresentados, mais de 1000 jovens já passaram pelo projeto, o que denota uma característica muito importante que são as portas abertas para todos aqueles e aquelas que sentirem necessidade e vontade de participar.

Pela empresa falou a gerente de recursos humanos, que destacou a importância das parcerias, já que outras entidades e associações também participam em ações pontuais do projeto nos seus aspectos de construção da cidadania.

Senti falta da querida amiga Lina (Lina Nonaka – responsável pela comunicação corporativa da Arjo Wiggins). Lina é uma daquelas pessoas inesquecíveis pelo seu espírito comunitário. Sempre buscando os melhores espaços e oportunidades para ampliar, a partir da empresa, a inclusão social de um maior número de pessoas. Além desse projeto tive oportunidade de acompanhar e partilhar com ela vários outros, principalmente voltados para crianças, em nossas escolas municipais.

Parabéns à Arjo Wiggins pela iniciativa. Parabéns ao Projeto Pérola pelo belo trabalho. Parabéns aos formandos de ontem por essa conquista. Tenham certeza que ontem nossa cidade ficou mais rica com esse momento. E aos formandos tenham a certeza de que muito poderão fazer pelas suas vidas e pela nossa comunidade a partir do que lá receberam. E que venham novas turmas!!!

                                                                                                     A turma toda posando para foto

Apresentação de dança pelos formandos

Quer ajudar???

Se você é simpatizante e defensor de minha candidatura à Câmara Municipal, poderia me ajudar na campanha. O que tenho dito a todos é que não conseguirei fazer uma campanha tradicional, pelas minhas limitações físicas que me impedem de grandes caminhadas. Por isso precisarei sempre dos que acreditam e confiam em meu trabalho.

Como você pode ajudar?

1) Falando de minhas propostas e de minha história para as pessoas.

2) Procurando mostrar a elas uma alternativa a partir de minha candidatura.

3) Indicando residências que possam oferecer muros para a colocação de placas de propaganda.

4) Indicando residências que possam colocar pequenas placas de propaganda.

5) Indicando amigos que se disponham a colocar adesivos em seus carros.

6) Mas principalmente, convencendo a todos e todas que sou uma opção em 7 de outubro.

Se quiseres ajudar de alguma forma, escreva para mim. Entre em contato pelo site e conversaremos a respeito.

Muito obrigado!!!

Alfabetização na idade certa

Postei hoje em meu blog uma nota da UNDIME – União Nacional dos Dirigentes Municipais da Educação – que fala sobre o Pacto Nacional pela alfabetização na idade certa. O governo federal pelo MEC está investindo em formação e manutenção de programas que possibilitem essa meta. Os investimentos serão feitos para os estados e municípios que aderirem ao programa.

Qual a idade certa para a alfabetização?

Os especialistas dizem que isso deve ocorrer até os oito anos de idade. Nesse sentido e até antecipando uma das metas do novo Plano Nacional de Educação – PNE – o MEC lança esse programa procurando com isso injetar recursos e motivação para todos os sistemas de ensino se concentrarem na meta: todas as crianças alfabetizadas até os oito anos de idade.

Evidente que isso pode acontecer antes. Todavia deve-se respeitar esse limite até para não exagerarmos em certa medida (como até parte da justiça brasileira o fez) tentando antecipar a entrada das crianças no ensino fundamental, que hoje se dá aos seis anos de idade. Importante frisar que outra meta já definida em lei aponta que a educação infantil de quatro a seis anos será universalizada em todo o país até 2016. Certamente isso contribuirá e muito com a meta da alfabetização.

Três observações importantes ao meu ver: primeiro o respeito que devemos ter com o tempo da criança. Não podemos em hipótese alguma forçar a alfabetização, por exemplo, aos quatro ou cinco anos de idade. Se acontecer deve ser naturalmente. Segundo, não podemos deixar de acompanhar o desenvolvimento da criança, sob pena de as mesmas chegarem aos oito anos com dificuldades em sua alfabetização, como vemos relatos diariamente. E por fim uma preocupação destacada com os professores dessa etapa. Em minhas propostas defendo que os professores alfabetizadores devem não só ter uma formação especial e específica, como também devem ter motivações inclusive salariais para desenvolver suas atividades.

E em Salto, como estamos? Nosso sistema já é preparado há algum tempo para isso. Em 2006 implantamos no sistema municipal os ciclos de aprendizagem, que procuram definir tempos escolares a partir do desenvolvimento da criança, apontando nesses tempos metas e objetivos muito claros de aprendizagem por parte delas e para o trabalho do professor. Os primeiros três anos do ensino fundamental (dos seis aos oito anos da criança) é reservado para esse objetivo: a alfabetização. O modelo aponta também várias formas e métodos de acompanhamento para, a cada bimestre, o professor e a escola saberem como estão suas crianças.

O que tentamos e não conseguimos foi fixar um professor nos três anos desse primeiro ciclo. Qual a importância disso? Exatamente o acompanhamento sistemático por parte de um só profissional que teria todas as condições de interferir de acordo com as necessidades da turma e de cada criança. Entretanto o modelo e a cultura de “escolha de classes e/ou aulas” é avesso a essa prática, ainda. Talvez com um incentivo salarial isso possa ser sanado.

Ou seja, a conclusão é que diante das metas do MEC, Salto avançou bastante, faltando apenas alguns detalhes para chegar mais próximo de melhores resultados para as crianças.